Noutro dia no grupo Vidas quase Perfeitas foi lançado o desafio para perdermos alguns minutos e ligarmos à nossa melhor amiga, e eu dei por mim a chegar à conclusão que ja tinha desabafado logo pela manha com o meu melhor amigo, o meu Rui. Quando o conheci criei logo uma empatia com ele, tao boa que eu nao queria envolver-me com ele com receio de perder a amizade dele. Guess what, a amizade foi ficando cada vez mais forte juntamente com o amor. Faz-me conversar com ele, e faz-me bem ouvi-lo.
A minha mãe sempre me disse para eu escolher bem as minhas amizades e ela tinha razão. Quando comecei a namorar com o Rui ouvi bocas da minha suposta melhor amiga da altura que dizia que eu ja não tinha tempo para as amigas… aquilo ficava-lhe tão mal, ate porque eu tinha a consciência tranquila de que estas coisas fazem parte da vida. Eu estava com quem me sentia bem de verdade. Hoje em dia também me sinto muito bem a conversar com uma menina muito querida que conheci ha quatro anos por estas bandas das internets. Tem sido um grande apoio e tem me aturado pois também tem as minhas dores e la me vai aturando. Gosto muito de ti, Catherine Batista. Obrigada por estares ai desse lado.
Constato agora que ao longo da vida tive poucas melhores amigas e sempre me dei melhor com rapazes do que com raparigas, mais para o fim da adolescência. Tive 4 amigas com quem me sentia à vontade, nao posso dizer que a primeira fosse para falar em conversar mas era aquela com quem eu ia para a escola, quando nao ia sozinha coisa que eu preferia…
– a primeira: desligamo-nos quando ela deixou a escola no nono ano; foi-lhe diagnosticada esquizofrenia segundo ouvi dizer 🙁
– a segunda: na adolescencia era a minha colega de carteira, chegamos a trocar cartas nas ferias de Verão; afastado-nos pois seguimos áreas diferentes a partir do decimo ano. Apesar da distancia, é talvez aquela com quem tenho melhor relacionamento e estou mais próxima nas redes sociais.
– a terceira: foi a minha companheira da noite nas discotecas; tínhamos muita empatia uma com a outra mas a vida separou-nos e ela casou com um cigano… (segundo a própria mãe dizer não tem tido uma vida fácil)
– a quarta: falei dela acima; trabalhamos juntas mas ela o queria saber de gajos 😛

E voces também têm melhor amiga? Desde quando?

A propósito deste 



Poucas pessoas sabem disto, alias muito poucas mesmo. Durante anos tentei apagar estas memorias da minha e o que e certo e que tenho vivido bem com isto. Acreditem, que nao foi so uma vez. Em miuda o meu tio-padrinho, irmão do meu pai tentou por diversas vezes fazer-me mal… e so nao o conseguiu graças a minha mae que estava sempre atenta. A ultima vez foi a gota de agua. Parece que ainda estou a ouvir o berro que ela deu da nossa cozinha ao ver através do espelho do quarto dos meus primos o estupor a desabotoar a braguilha das calcas… Nojento, nao? Eu devia ter 12, 13 anos e estava na secretaria a ler um livro. A partir dai eu fugia dele como diabo foge da cruz. Ele morreu, salvo erro em 2007, nao fui ao funeral mas senti um alivio enorme (serei assim tao ma pessoa?). O meu pai tambem morreu sem saber disto.




Em 
Vejam so estes olhinhos cheios de ternura e de soninho 🙂
E em 3, 2, 1! 🙂
Deixei os homens em casa e dei um salto ao shopping para ir comprar o jantar ao 








E a
O inicio de 2015 foi complicado com a morte do meu pai… Tive que ir a Portugal, o que contribuiu para atrasar os tratamentos e agravar o meu estado. Mas la consegui dar a volta a situação. Tomei uma pilula durante o Verão todo que ajudou a encolher o cisto e em Setembro estava apta para iniciar os tratamentos da 

Acreditar e a melhor forma de fazer com que a esperança nao morra!