Desafio Gratidão| Semana 36: A Razão

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Hoje em dia é muito difícil termos razão. Não por não acreditarmos no que estamos a dizer mas sim pela falta de bom senso da maior parte das pessoas. Complicado não?

Às vezes prefiro ficar calada para evitar discussões desnecessárias. Não vale a pena. Para bem da minha sanidade mental. Há pessoas que parece que só estão bem à procura de conflitos… e dessas quero distancia, para bem da minha sanidade mental e paz interior.  Não vale a pena.

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Infelizmente há muita gente desatinada cheia de falsa razão.

Ja por aqui tenho falado bastante em Silencio, podem recordar nestes posts: Sometimes, Dia de reflexão e no Desafio das Palavras quase Perfeitas.

E cada vez mais, com idade isto faz cada vez mais sentido, apesar de sempre ter me sentir bem no meu canto a observar.

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E afinal de contas o coração consegue ser mais racional do que sentimental com esta frase de Pascal.

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Este desafio foi criado pelo blog The Silver Wing.

E voces, abdicam da vossa Razão para bem da vossa paz interior?

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Qual é a vossa opinião…

… sobre esta imagem?

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Vi esta imagem enquanto percorria o feed do stories do meu instagram e mil e um pensamentos me ocorreram. Pensei muito mesmo antes de ter um filho mas o sonho falou mais alto.

Não podemos pensar assim… eu por mim falo, trouxe o meu filho ao mundo para lhe mostrar o melhor do meu mundo! Se todos fizermos um pouco de bom, acabamos todos por fazer um muito! Eu acredito e não desisto!

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Conversas às quartas… com a Vera Benavente

Conheci a Vera Benavente no seu blog Love Adventure Happiness ( o titulo chamou-me logo à atenção porque adoro tudo o que esteja relacionado com estas palavras)  há mais ou menos 4 anos, mais coisa menos coisa,  nestas andanças dos blogs e desde ai sigo-a fielmente, e tal como eu, ela também é mãe de um bebe proveta, só que de uma menina 🙂 . A Vera é licenciada em biologia marinha nos Açores como tinha planeado ainda no 6º ano, o que faz dela uma pessoa  determinada 🙂

Nascida e criada em Lisboa, adora viver numa cidade mas nada a faz mais feliz do que um dia na praia, faça chuva, sol ou neve.

Recentemente, após muita preserverança, descobriu que tinha Endometriose, Adenomiose e ovários policisticos, felizmente tudo em estádios relativamente iniciais/leves o que levou a que conseguisse engravidar ao fim de poucos tratamentos.

Considera-se  persistente, determinada, optimista e o mais importante na sua vida é a família, amigos e agora mais recentemente a sua filhota!

1- Para acompanhar a conversa… chã de…

Adoro chá verde.

2- Bolo ou Biscoitos?

Com chá biscoitos, se forem de canela ou areias melhor.

3- Gostas de viver na Holanda? Do que sentes mais falta de Portugal?

Sim, gosto, se não gostasse acho que já me teria mudado. Mas acreditem que não há países perfeitos.

Quanto a Portugal sinto falta principalmente da família e amigos por razões óbvias, mas também da luz de Lisboa, a comida e doçaria fantástica e do serviço em Portugal por ser rápido, eficaz e na sua maioria cordial e simpático.

4- O que te da mais prazer na vida?

Passar tempo com as minhas pessoas! Ver a miúda crescer.

5- Se pudesses escolher outro pais para viver qual seria, sem ser PT?

Inglaterra, mais propriamente Londres, adoro desde a primeira vez que lá fui!

6- Como te imaginas daqui a 10 anos?

Com mais um filho, a continuar a trabalhar em investigação científica, talvez numa casa maior…

7- Acabaste de ser mãe atraves de FIV? Para ti qual foi o melhor e o pior da inseminação artificial?

O melhor foi ter funcionado, o apoio do meu marido e termos conseguido manter algum sentido de humor (sim é possível fazer umas piadinhas tipo “a nossa filha foi feita a 3, eu, ele e a médica” ou “bem se nascer loira e de olhos azuis foi porque trocaram os tubos”).

O pior é a montanha russa emocional e os timmings para tudo A incerteza todos os dias e semanas, a nossa vida passar a ser gerida em torno de uma agenda muito restrita e tudo ser pensado em função disso.

8- Que conselhos darias a alguém que queira fazer FIV?

Falem muito sobre tudo, é difícil para as mulheres mas também para os homens. Apoiem-se e tentem tanto quanto possível fazer uma vida normal.

Encontrem um bom profissional em quem vocês confiem, eu escolhi o hospital com maior taxa de sucesso e gostei dos profissionais, se não gostasse tinha mudado, mesmo eles sendo os melhores.

Por último, nós tínhamos um plano B que era adoptar, falem sobre planos alternativos, acho que não tem a ver com ser pessimista mas com saber que há opções.

9- Porque criaste um blog e um canal de youtube?

O blog veio porque muitos amigos e o Ricardo disseram que devia, porque às vezes partilhava textos no facebook que gostavam. Decidi arriscar e nunca achei que ia escrever tanto, mas tem sido bom para conhecer pessoas e para praticar português. O canal de Youtube é coisa do Ricardo, ele adora tudo o quanto é imagem, da recolha à edição, eu apenas dou a cara mas gosto muito dos vídeos que fizemos. Agora mais parado mas há vontade e planos de novos vídeos.

Acima de tudo ambos foram criados para partilhar o nosso dia-a-dia e aventuras com família, amigos e eventualmente com quem se identifique connosco.

10- Conta-nos/ Como é o teu dia-a-dia?

Quando trabalhava acordar cedo (6h20), preparar tudo e ir de bicicleta para o trabalho, voltar de bicicleta, fazer desporto, relaxar no sofá, estar com o Ricardo e escrever no blog. Falar com amigos e família.

Agora ronda à volta da Bia, não é mais calmo mas é fantástico.

11- O que gostarias de dizer a quem te segue e lê?

Gostava de agradecer, agradecer o apoio que dão, as amizades que fiz, as críticas, as gargalhadas.

Mas também, como tem sido um tema recorrente recentemente, olhem por vocês, pela vossa saúde, se sentirem que algo está mal procurem ajuda.

Não desistam dos vossos sonhos e desejos, exige trabalho porque nada cai do céu, insistam e tentem exceder-se em tudo o que fazem.

Por fim amem-se, como são, com defeitos e virtudes, tentem ser melhores e estimem os vossos porque nem sempre cá estarão.

Espero que tenham gostado tanto desta conversa quanto nos e desde ja agradeço à Vera por ter aceite o meu convite 🙂

Ja conheciam a Vera e o seu blog? 😉

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Desafio 3+1: Uma situação de coragem

Deixar a escola aos 18 anos, após terminar o secundário, foi para o inicio da minha prova de coragem. A partir daí fui perdendo medos que julgava serem impossíveis de dar a volta.

As maiores provas de fogo foram sem duvida emigrar, sair da minha/nossa zona de conforto, e por incrível que pareça foi mesmo muito fácil a adaptação, apesar da idade já tardia. Só nos arrependemos de não o o ter feito mais cedo, mas tudo acontece na altura certa. Aprendi a gostar de mudanças pois estas ajudam-me a crescer interiormente e a amadurecer.

Sempre tive o sonho de ser mãe mas também sempre tive o receio da hora do parto, desde miúda que isso me assustava mesmo muito. Acho que todas as mulheres têm esse receio, umas mais outras menos, talvez por isso muitas abdiquem de serem mães. Mais uma vez o meu espirito positivo superou esse medo e tornou tudo muito mais facil: o Lu demorou apenas 3 horas a vir ao mundo 🙂

É nos nossos medos que vamos encontrar a nossa coragem. 

E voces, são pessoas corajosas? 😉

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Imagem do dia

Imagem polemica nao? Atenção o meu filho tem um tablet mas é o meu velhinho com 5 anos, que ele usa apenas para apps didáticas. Não o usa o tempo inteiro, pois prefiro brincar com ele e a grande parte do tempo ele esta entretido com os seus legos e carrinhos. Quando comprei o tablet foi a pensar num futuro próximo, e ponderei bastante antes de o comprar, pedindo varias vezes a opinião do meu Rui. Foi a pensar no meu descendente. Infelizmente esta imagem diz muito mesmo. Não damos o valor devido as coisas. Quer dizer a maioria dos humanos não da o devido valor as coisas. Esta semana, por exemplo, por distração estraguei o ecrã do meu portátil. Fiquei possessa. Não pelo bem material mas porque preciso dele para escrever. Por mais cuidado que temos com estas coisas, infelizmente ninguém esta livrados acidentes acontecerem…

Sobre a imagem, desde miúda que a minha mãe sempre me fez ter consciência de que ha meninos que não têm nada. E eu cresci com esse pensamento. Aprendi que para eu ter algo que eu queira muito tenho de trabalhar para a obter. Foi essa a mensagem que a minha mãe me transmitiu.

Em miúda sonhava ser rica para poder judar estes meninos. Sonhava ter muito dinheiro para poder fazer com estes meninos tivessem, cama, comida e roupa lavada. Pelo menos isso… Coisas básicas da vida. Hoje à minha maneira sempre que posso, ajudo. Quase todas as semanas levo sacas de roupa para as lojas de caridade. À minha maneira, à maneira que a minha mãe me ensinou e transmitiu vou ajudando. E independentemente disso o meu filho vai brincado com o meu tablet velhinho e com os brinquedos preferidos dele, porque para tudo tem de haver um meio termo.

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