Tag Archives: vida no UK

Turista em Londres

…de Leicester Square e Convent Garden, passando por Trafalgar Square, onde fica a minha igreja preferida, a seguir à Capela das Almas, St. Martin-in-the-Fields. Hoje venho falar sobre os meus recantos preferidos da cidade londrina.

o Louis adora Leicester Square por causa da Lego Store e da sweet shop aka M&M’s vá-se lá saber porquê 😀

Já eu, apesar de adorar as duas, prefiro Convent Garden e todos os seus recantos mágicos. Sempre que la vou descubro sítios novos e sinto-me como se se estivesse na a percorrer as ruas da minha cidade natal, o Porto. 🙂 É como se existisse um portal magico entre as duas cidades.

De Convent Garden gosto de tudo. Sinto-me mesmo muito bem neste sitio. Do ambiente cheio e ao mesmo tempo, harmonioso, das flores espalhadas um pouco por todo o lado que dão um ar bonito e charmoso. Da musica sempre presente. Dos artistas de rua a fazerem os seus shows para quem passa e se senta a admirar o seu talento. 🙂

Deixem-se levar por esta visita guiada através das minhas fotografias 🙂 Vocês ja sabem o quanto eu gosto de fotografar cada recanto e detalhe 🙂 Tudo me encanta 🙂

Gostaram deste passeio? 🙂

Qual é vosso sitio preferido? 🙂

About Matilde Ferreira

Row Row your Boat

Um passeio diferente. Fomos ver os narrow boats parados no Regent Canal em Paddington. Sabiam que existem pessoas que fazem destes barcos as suas casas? Eu adorava andar num deles e o também pois durante o passeio nao parou de tentar entrar em todos eles 😀

Row, row, row your boat
Gently down the stream
Merrily merrily, merrily, merrily
Life is but a dreamRow, row, row your boat
Gently down the stream
Merrily merrily, merrily, merrily
Life is but a dreamRow, row, row your boat
Gently down the stream
Merrily merrily, merrily, merrily
Life is but a dreamRow, row, row your boat
Gently down the stream
Merrily merrily, merrily, merrily
Life is but a dream

Ja por aqui falei sobre estes barcos muito comuns ca na ilha. E hoje trago-vos mais fotografias deles estacionados no Regent Canal em Paddington.

Gostam de andar de barco? 🙂

About Matilde Ferreira

Outro sitio bonito arredores de Londres…

Podia ficar aqui horas a ouvir este som tão parecido com o do mar 🙂

Ray Mill Island é uma ilha no rio Tamisa, na Inglaterra, em Boulter’s Lock, perto de Maidenhead, Berkshire. Jardins extensos em Ray Mill Island, represa e caiaque descem do topo da ilha. Fica imediatamente a leste da Ilha de Boulter, separada pelo antigo fluxo do moinho. A ilha é agora um parque administrado pelo Royal Borough of Windsor e Maidenhead. O nome é uma homenagem à família Ray, que já teve um moinho de farinha aqui. O moinho foi construído em 1726 no local de um moinho anterior e continuou a produzir farinha até a década de 1920. O açude de Boulter vai da extremidade superior da ilha até a margem leste perto de Taplow. Uma calha de caiaque foi construída ao lado do açude na ilha.

Situado a 30 minutos de carro a oeste de Londres, este sitio é repleto de recantos acolhedores, mágicos e apaziguadores.

O Louis adorou e divertiu-se tanto a atirar pauzinhos e folhinhas para a agua como se fossem barquinhos a flutuarem. Explorar a Natureza é mesmo bom 🙂 Ajuda a dar largas à imaginação, criar é fantástico, não acham?

E apesar do vírus ainda andar por aí, infelizmente, nos gostamos de ir para sítios onde possamos andar à vontade sem muitas pessoas, pois todo o cuidado é pouco.

Passear faz tão bem 🙂 E vocês, têm passeado muito?

About Matilde Ferreira

“Mãe emigrada não tem plano B”

Alô! Chamo-me Cris Loureiro (www.crisloureiroblogs.com) e hoje sou eu quem faço as honras da casa aqui no Cantinho da nossa querida Tily.

foto da autoria da C.Loureiro

Tanto a Matilde quanto eu, somos mães a viver o auge da maternidade aos quarenta, longe do nosso país Natal e de toda a família. Acho que estes factos em comum acabaram por nos aproximar criando uma empatia mutua que tem feito crescer esta nossa recente mas forte amizade. É sobre esta distância, que na vida de uma mãe parece pesar ainda mais, que hoje vos irei escrever.

Em certo momento da minha vida eu achei que ela, a minha vida, começava a não fazer grande sentido, a não ter evolução, não ter um sonho pelo qual correr atrás, tudo parecia pequeno e insignificante. Foi assim que o desejo de ser mãe nasceu em mim e começou a fazer sentido, acabando por se tornar no meu sonho maior. Um sonho tão grande que me exigiu mudanças radicais, uma das mudanças foi trocar de país. Em 2009 Portugal não dava, a mim e ao meu companheiro, qualquer estabilidade nem condições para criar uma criança, quanto mais duas, porque quando eu sonho eu sonho grande. Quase a fazer os meus 35 anos, era agora ou nunca.

Inglaterra recebeu-nos com o essencial, um emprego que nos permitia viver bem, tornando o meu, agora nosso, sonho possível. Em 2011 nasceu a L. e em 2013 nasceu a C. Com a falta de família ou amigos por perto estes dois bebés, agora crianças, dependiam e dependem única e exclusivamente de mim e do pai delas, não há plano B. É assustador, é uma constante aventura e desafio mas é a nossa realidade e foi a única forma que encontrámos de realizar o nosso sonho maior, ser pais.

Se não tivesse mudado de país dificilmente teria uma L. e uma C. provávelmente nunca teria nem sido pensada. Inglaterra não me dá plano B mas o plano A permite que o pai trabalhe e ganhe o suficiente para que a mãe não precise de trabalhar (ou vice versa), pelo menos a tempo inteiro, oferecendo à mãe a disponibilidade necessária para dar apoio às suas crianças que afinal de contas são o futuro de um país. As minhas filhas não precisam que os avós as vão buscar à escola e fiquem com elas, muitas vezes até às 8 e 9 da noite, à espera dos seus pais. Não precisam que os pais façam malabarismo com os dias de férias que muitas vezes leva a que pais não possam tirar férias em simultâneo, etc. Aqui só temos plano A mas o plano A funciona bastante bem, não colocando a responsabilidade de criar crianças nas costas de pessoas já com idade para não terem horários rigorosos e sim viverem o seu merecido descanso.

foto da autoria da C.Loureiro

Porém tenho medo, muito medo, porque o plano A pode falhar, neste plano não há tempo nem hora certa para ficar doente, este plano não dá direito a erro ou omissão, este plano dá muito medo e cansaço, mas enquanto ele vai funcionando dá também um enorme prazer e realização, pessoal, profissional e familiar.

Há por aí muitas mães a viver noutro país ou cidade, longe de familiares e/ou amigos?

Por Cris Loureiro.

 

A Cris lançou o desafio para uma troca de posts  nos nossos blogs, no grupo Vidas quase Perfeitas, e eu fiquei logo inspirada e claro que aceitei de imediato. Passem pelo blog da Cris para verem a minha colaboração.

 

About Matilde Ferreira