Ora bem, acabei de constatar que vi mais filmes do que li livros durante o ano passado… i wonder why (vidas de mãe) 😛 Mas mesmo assim não me posso queixar pois o Lu deixa-me ver filmes 😀
E depois dos filmes e livros de 2016, estou em avanço nas minhas metas para os filmes que previ ver em 2017 😛 Confesso que tinha este post aqui esquecido, isto porque não sou muito de fazer estes planos de leituras. Gosto de ler ao acaso. Sabem onde me sinto mesmo bem? Numa livraria ou biblioteca. Sinto-me no paraíso. 🙂
Ler livros do Haruki Murakami – estou a falhar… ainda nao li nenhum… mas prometo compensar 🙂 E nem de propósito esta trilogia foi um presente de Natal do meu Rui 🙂 Deixo-vos uma pagina aberta ao calhas 😉
Vaticanum de Jose Rodrigues dos Santos – o autor acabou de lançar outro livro e eu ainda não li este.
Origin de Dan Brown – mais um livro de um dos meus autores preferidos. Ja li os livros todos dele e continuo a gostar mesmo muito das suas histórias. (Este não estava na lista mas viu-o no WHSmith e tive de o incluir.)
Entretanto ando a ler a bibliografia do Freddy Mercury, The Life, Death and Legacy of, e o ultimo livro daDorothy Koomson, The Friend e Deus eras Tu da minha querida amiga Susana Sousa. Isto de ser mãe de um bebé, vai-se lendo a conta-gotas hehe. Mas eu consigo 🙂
Dos filmes, confesso que estou em vantagem pois só me falta ver o Transpotting e espero gostar tanto quanto o primeiro. Apesar de ter adormecido de cansaço nos finais dos nos 90, no sofá de casa dos meus pais com tv ligada na 2.
Gostei muito deste filme para crianças, vi-o na companhia do meu Lu que apesar de ainda não perceber, acho que se identificou com os bebes o filme. Como disse é um filme de crianças para crianças, ao jeito do The Storks que também adorei, isto de ser Mãe deixa-nos mais lamechas e sensíveis. O filme tem também uma mensagem muito simples que nos ensina a dar valor as pequenas coisas da vida.
Mas como puderam ver durante o ultimo trimestre de 2017 em que fui publicando vários reviews de filmes, ainda vi bastantes como podem ver na lista abaixo:
Ja por aqui falei que o mundo acaba para quem morre, como diz a minha querida mãe. Parece que no dia 22 de Janeiro de 2015, fez esta passada segunda-feira 3 anos, foi o dia do Juízo Final de acordo com esta e esta noticia… e o que é certo é que ainda ca andamos, resta saber por quanto tempo 😛
Doomsday Clock – O Relógio do Juízo Final] ou Relógio do Apocalipse (no original em inglês: Doomsday Clock) é um relógio simbólico mantido desde 1947 pelo comitê de diretores do Bulletin of the Atomic Scientists da Universidade de Chicago. O dispositivo utiliza uma analogia onde a raça humana está a “minutos para a meia-noite“, onde a meia-noite representa a destruição por uma guerra nuclear.
Desde sua introdução, o relógio vem aparecendo na capa de cada exemplar do Bulletin of the Atomic Scientists. A primeira representação do relógio foi produzida em 1947, quando a artista Martyl Langsdorf, esposa do físico Alexander Langsdorf Jr. (que trabalhou no Projeto Manhattan), foi convidada pelo co-fundador da revista Hyman Goldsmith para desenhar uma capa para a edição de Junho.
O número de minutos para a meia-noite, uma medida do nível nuclear, de aparelhamento e tecnologias envolvidas, é atualizado periodicamente.
O efeito Trump tem afetado o relógio, tanto que acrescentou 30 segundos desde que começou a governar.
Este assunto dava pano para mangas, e recomendo verem o documentário da RTP 2077 – 10 segundos para o futuro acreditem que vão fiar a pensar muito no quanto a humanidade desde que aconteceu a revolução industrial anda a fazer ao nosso querido planeta.
1- O Universo Eterno: Ah, a noção antiga de que o universo sempre foi – e sempre será. Este é um dos primeiros conceitos que os seres humanos criaram sobre a natureza do universo, mas há uma nova rotação nesta teoria que parece um pouco mais, bem, sério. Em vez de a singularidade do Big Bang ser o início do tempo em si, o tempo poderia ter existido antes (por uma eternidade anterior), e a singularidade e o golpe resultante poderiam resultar da colisão de duas branas (estruturas semelhantes a folhas que se formam em um plano superior de existência). Neste modelo, o universo é cíclico e continuará expandindo e contratando para sempre. Podemos saber com certeza nos próximos 20 anos – temos um satélite (o satélite Planck) que agende o espaço para padrões em radiação de fundo que as teorias proeminentes sobre a origem do universo prediz.
É um processo longo, mas uma vez que temos esse padrão de radiação, poderíamos entender melhor como nosso universo começou – e como ele vai acabar.
2- Evento de Metastabilidade ao Vácuo: Esta teoria depende da idéia de que o universo existe em um estado fundamentalmente instável. Se você olha os valores das partículas da física quântica, alguns sugerem que nosso universo está a balançar na beira da estabilidade. Alguns cientistas teorizam que há bilhões de anos, o universo vai se derrubar. Quando isso acontece, em algum momento do universo, uma bolha aparecerá. Pense nisso como um universo alternativo (embora seja realmente o mesmo universo com propriedades diferentes). Esta bolha se expandirá em todas as direções à velocidade da luz e eliminará tudo o que ela toca. Eventualmente, essa bolha irá destruir tudo no universo. Mas não se preocupe: o universo ainda estará lá. As leis da física serão diferentes, e pode haver vida. Mas o universo não seria qualquer coisa que pudéssemos compreender.
Os cientistas acham que provavelmente seria muito mais aborrecido, e até postulou que para que a vida exista, o universo pode ter que existir nessa vantagem.
3- A Barreira do Tempo: Se tentarmos calcular probabilidades em um multiverso (onde existem universos infinitos, cada um um pouco diferente), enfrentamos o mesmo problema que o universo infinito: tudo tem 100% de chances de ocorrer. Para resolver este problema, os cientistas tomam uma seção do universo e apenas calculam probabilidades para isso. Isso faz com que os cálculos funcionem, mas os limites que eles desenham invariavelmente cortam seções de universos nas bordas externas da amostra, da mesma forma que você pode cortar partes do Texas se você desenhou um círculo em um mapa dos EUA. Como as leis da física não fazem sentido em um multiverso infinito, a única forma como esse modelo faz sentido é se esse limite é um limite real e físico que nada pode expandir além. E de acordo com a física, nos próximos 3.7 bilhões de anos, atravessaremos essa barreira do tempo, e o universo acabará por nós.
Agora, é muito provável que simplesmente não tenhamos a compreensão da física para descrever com precisão esse fenômeno ainda, mas certamente é uma perspectiva assustadora.
4-Não será (porque vivemos em um multiverso): Se tentarmos calcular probabilidades em um multiverso (onde existem universos infinitos, cada um um pouco diferente), enfrentamos o mesmo problema que o universo infinito: tudo tem 100% de chances de ocorrer. Para resolver este problema, os cientistas tomam uma seção do universo e apenas calculam probabilidades para isso. Isso faz com que os cálculos funcionem, mas os limites que eles desenham invariavelmente cortam seções de universos nas bordas externas da amostra, da mesma forma que você pode cortar partes do Texas se você desenhou um círculo em um mapa dos EUA. Como as leis da física não fazem sentido em um multiverso infinito, a única forma como esse modelo faz sentido é se esse limite é um limite real e físico que nada pode expandir além. E de acordo com a física, nos próximos 3.7 bilhões de anos, atravessaremos essa barreira do tempo, e o universo acabará por nós.
Agora, é muito provável que simplesmente não tenhamos a compreensão da física para descrever com precisão esse fenômeno ainda, mas certamente é uma perspectiva assustadora.
5- O Fim do Tempo: Se alguma coisa é eterna, certamente é tempo. Se existe um universo ou não, o tempo tem que se encantar. Caso contrário, não haverá maneira de discernir um momento a partir do próximo. Mas e se o tempo perder o impulso e simplesmente congelar? E se não houvesse mais momentos? Apenas no mesmo instante. Para sempre. Suponhamos que vivamos em um universo que nunca termina. Com uma infinita quantidade de tempo, tudo o que poderia acontecer tem uma probabilidade de 100% de acontecer. O mesmo paradoxo acontece se você tem a vida eterna. Você vive um tempo infinito, então tudo o que é possível é garantido que aconteça (e acontece um número infinito de vezes). Assim, se você viver para sempre, as chances de você ficar permanentemente incapacitado de algum jeito chegam a 100 por cento, e você passa a eternidade por meio da escuridão do espaço. Porque isso desperdiçou muitos cálculos que tentam prever os resultados em nosso universo (como as figuras atrás da energia escura), os cientistas teorizaram algo mais: esse tempo em si deve eventualmente parar.
Supondo que você ainda estava vivo para experimentar isso (em bilhões de anos, muito depois que a Terra se foi), você nunca perceberia que nada estava mal. O tempo acabaria de parar e, segundo os cientistas, “então tudo ficará congelado, como um instantâneo de um instante, para sempre”. Mas não seria realmente para sempre, já que o tempo não iria avançar. Seria apenas um instante no tempo. Você nunca morreria. Você nunca envelhecerá. Seria uma espécie de pseudo imortalidade. Mas você nunca saberia.
Deixo-vos com um pensamento: Mas se não damos valor a este planeta, para quê pensar em habitar outros? Para fazermos o mesmo que fizemos e estamos a fazer a este? 🙁 Marte, para ser habitavel precisa de uma coisa que a Terra tem em abundância: efeito de estufa. Vamos fazer-lhe o mesmo estrago que fizemos a este paraíso chamado Planeta Azul? 🙁 A maior parte da Humanidade mata em nome de um Deus pois crê que vão alcançar o Paraíso depois da morte mas esquecem-se que o verdadeiro Paraísoé este planeta e esta Vida que nos temos.
Ate quando vão continuar a existir mais pessoas a sujar do que a limpar?
Deixo-vos o estado actual da margem do Canal aqui da zona, o Grand Union Canal, o maior do Reino Unido…
…para aturar certa gentinha por estas bandas da blogosfera. Têm um blog so para criticar as vidas dos outros, para dizer mal e estarem sempre a queixarem-se. Umas mudaram-se ca para Londres muito recentemente e dizem mal disto sem aproveitarem o quanto de bom a vida lhes dá, outras criticam quem esta em casa sem trabalhar sem saberem os verdadeiros motivos pelos quais as pessoas tomaram essas decisōes… Ainda agora começaram a viver e ja pensam que são gente. Pois eu tenho um conselho para essas ditas pessoas: Esta vida dá muitas voltas, portanto agradeçam pelo que têm e não olhem para a relva do vizinho, preocupem-se antes com a vossa 😉
Quem me conhece sabe que eu não sou de mandar bocas… mas o saco quando enche rebenta, por isso permitam-me o desabafo…
Desde que vim ca para a ilha que não tenho feito outra coisa se não analises ao sangue 😛 Seja tudo por uma boa causa.
Mas hoje trago-vos uma pergunta, porque é que em Portugal nos pedem para irmos em jejum quando temos de fazer analises ao sangue e aqui não? Acreditem que nao faz muito sentido irmos em jejum, desde que não comamos uma feijoada ou um full English breakfast 😛
Ah e aprendi uma coisa nova, se bebermos agua antes de irmos fazer as analises, o sangue sai muito mais rápido 😉
Agora que penso, sou uma privilegiada como ja falei aqui, cresci a ver o mar da janela do meu quarto. Foram mais de 30 anos com a mesma vista. Talvez por isso não sinta assim tanta falta dele. Claro que faz falta, mas vivo bem na mesma. Depois de sair de casa dos meus pais, fui morar com o Rui para o centro de Gaia a 5 minutos da Ponte Luis I ou seja a 5 minutos do Rio Douro e que bem que me sabia sair de casa e ir ate à beira-rio. Aquele vista de cortar a respiração era do outro mundo. 🙂
Hoje em dia, nem preciso de sair de casa para ver agua e sentir esta paz de espirito. 🙂 Não é um rio mas quase… é simplesmente o maior Canal do Reino Unido, que liga Londres a Birmingham. Aqui sinto-me em paz no meu Porto Seguro e vou ter saudades quando sairmos desta casa.
Acreditem, esta vista deixa-me zen e relaxante e agradeço todos os dias por a ter 🙂
A nossa memória é fantastica! Incrivel mesmo! Regista tanta coisa, passwords, pins do cartao multibanco, numero do BI, eu sei la… e temo-la como garantida! Não lhe damos valor… mas se ela nos falha…
O filme Still Alice com a extraordinaria Julianne Moore faz-nos dar valor a esta coisa tão importante que é a nossa memória. Alice é uma personagem tão real que nos deixa a pensar como seria se fosse connosco… Um filme intenso que vale a pena assistir e que valeu um Oscar a esta fantástica actriz.
E voces, têm boa memoria? E ja viram este filme? 😉
Ao longo dos anos tenho chegado a conclusão que em relação à amizade, quantidade não é sinônimo de qualidade. A minha frase preferida dos últimos tempos que não me canso de dizer é: poucos mas bons. E aplica-se tanto mas tanto. Sempre fui uma pessoa de ficar no meu canto. Lembro-me que na primária, preferia ficar sozinha do que no meio da confusão das brincadeiras sem graça dos meus colegas. Acho que é por ter crescido na santa terrinha… 🙁 Mas acho que isso me ajudou a ser mais selectiva pelo facto de ser observadora. Tornei-me melhor ouvinte. E apesar de ja ter tido muitas desilusões, aprendi a analisar melhor as pessoas. A minha veia de psicologa vem muitas vezes ao de cima, acreditem.
Meu melhor amigo é o meu amor… a minha relação com o Rui começou com uma simples e bonita amizade, e eu tive de receio de dar o próximo passo com ele pois nao queria estragar a nossa amizade, mas ainda bem que para alem de um amigo ganhei um companheiro para a vida. 🙂
Hoje em dia sinto-me bem com gente que me faz bem. O resto não interessa nada, pois só faz falta quem cá está 🙂
Ainda vão a tempo de participarem neste desafio do blog The Silver Wing da Liliana Silva, podem ver aqui como participar 🙂
E voces, são pessoas de muitos ou poucos amigos? 😉
Um dos males dos nossos tempos, cada se ouve falar mais em Mental Health, e eu, na minha humilde opinião, esta tudo inter-ligado com os males que estamos a causar a Natureza. Como disse aqui, andamos cada vez mais doentes e a culpa e toda nossa.E sabem quando é que tenho mais ataques de ansiedade? No fim do período, como sangro durante quase uma semana em grandes quantidades, sinto que o meu coração faz mais esforço , dai ter faltas de ar constantes e sentir-me muito mais cansada. Está tudo relacionado, cada vez tenho mais certezas disso.
Deixem-se de polemicas parvas, a maldade estas nas vossas cabeças, caramba! A liberdade de expressão é uma coisa tão bonita quando bem usada… Mas qual é o mal de chamar macaquinho a um miúdo, independentemente da cor da pele? Eu chamo ao meu na brincadeira e carinhosamente porque ele faz coisas tão engraçadas que parece mesmo um cheeky monkey como dizem ca, ou macaquinho por estar sempre a fazer coisas engraçadas.
So tenho pena que as duas sweats ja estejam esgotadas (porque será?) se não comprava as duas para o Lu 😛 😀
Deixo-vos com um conjunto das nossas canções preferidas ca de casa 🙂
Little monkey, sleepy one You’re all worn out from having fun Come lay down with me, the day is done Sleepy time for everyone So…go to sleep, my baby It’s been a busy day go to sleep my baby I’ll be here, when you wake Moon is bright up in the sky, Stars are shining bright, For you tonight Dreams will come and fill your head Safe here in your bed, by my side Listen to your mummy
Sair do emprego cheia de pressa para apanhar a camioneta de volta para casa dos meus pais e no caminho, ao chegar quase ao final da Rua de Sta. Catarina e parar para desfrutar deste momento tão belo e tão magico e das melhores recordações que tenho memória da nossa cidade 🙂
Se não conhecem esta maravilha da cidade do Porto recomendo-vos a verem, se não estou em erro toca as 9h da matina, meio dia, 3 das tarde, e seis da tarde, tocando de 3 em 3 horas durante o dia.