Category Archives: TV

Das coisas que me fazem rir…

Num destes dias acordei com isto no meu feed do facebook e nem de proposito foi o tema escolhido pela Joana Marques para fazer o Extremamente Desagradável nesse dia.

Sem comentarios. Tirem as vossas conclusões 😉

E agora o resumo da Joana:

Gostava de fazer uma pergunta à Rita Pereira: Se já leu algum livro do Miguel Sousa Tavares ou da mãe dele?

“Pronto…ja chega.”

About Matilde Ferreira

Killing Eve

Imagem retirada da internet

Já há muito tempo que não via uma serie de rajada. Fiquei completamente agarrada ao era com Killing Eve. Sandra Oh fez muito bem em ter saído da Grey’s Anatomy. Em boa hora. Cada episódio é uma caixinha de surpresas com a vila de serviço, Villanelle, fabulosamente interpretada pela actriz Jodie Comer

Estas fan-arts estao tao giras 🙂

Colagem feita por mim com imagens retiradas da internet

Killing Eve é uma série de televisão britânica de gênero dramática produzida pela Sid Gentle Films para a BBC America. Baseia-se na série de romances Codename Villanelle, de Luke Jennings, e desenvolvida para a televisão por Phoebe Waller-Bridge.

Podem ver esta serie no BBC Player.

Imagem retirada da internet

Venha a temporada 2 pois estou mais que pronta. 🙂

Ja ouviram falar desta serie?

About Matilde Ferreira

Foi para isto que se fez…

a internet e a televisão 🙂

Confesso que não costumo ver a programação da SIC mas gostei bastante da prestação de Raul Meireles com a interpretação do grande Antonio Variações na estreia do programa Lip Sync Portugal com a apresentação da fantástica dupla Cesar Mourão e João Manzarra.

Imagem retirada do site da SIC

Um homem do Norte, à Porto, sem duvidas! 😀

O que mais gostei foi do espirito de humildade tao característico no ex-jogador. Como ele próprio disse, se ja o comparam ao Antonio Variações pelo visual, porque não aproveitar e se divertir com isso? 😉 Adorei!

E depois desta prestação fiquei com ainda mais vontade de ver o filme sobre a vida deste grande artista 🙂

Quem viu? 😉

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Gente assim…

https://tvi.iol.pt/vocenatv/rever/03-01-2019/voce-na-tv-3-de-janeiro-de-2019/5c2e0d690cf2a84eaefb70d2

A ver a partir da 1.02.23

…assusta-me e mete-me nojo.

“Discurso nacionalista é muito marcado pelo ódio…” e violência. Como é que uma pessoa que não viveu no tempo do Salazar pede para existir outro Salazar? Será que esta pessoa não estudou a mesma Historia que eu? Como é que possível? Para alem de eu ter estado atenta nas aulas de Historia, tive uma mãe que odiou viver na época salazarista. A minha parte preferida da Historia do nosso país é, sem duvida, o 25 de Abril. Por tudo de bom que nos trouxe, pela lufada de ar fresco. Por podermos falar sem medos. Escrever sem medos. Dar a nossa opinião, sem medos. Que o povo não tenha sabido escolher bem os seus lideres, isso ja é outra historia. O povo foi iludido. Estava deslumbrado com uma coisa chamada Liberdade que ha muito não tinha. Compreensível. Aí culpa não foi do povo mas sim dos políticos corruptos que se aproveitaram dessa fragilidade das pessoas.

Uma das coisas que mais me chocou ditas por Manuel Machado foi este se mostrar indignado por ter sido condenado a 2 anos e meio de prisão por ter escrito um texto na internet… Uau! Será que este senhor sabe que no tempo do Salazar, muitas pessoas pessoas foram condenadas, presas e torturadas por escreverem textos e livros só por darem a sua opinião?

A conclusão que eu tiro disto, mais uma vez, é que infelizmente a ignorância tem mais voz que a Educação. 🙁

recriação da imagem da minha autoria


Comecemos pelo princípio: Alcindo Monteiro foi assassinado em Lisboa em 1995, morto ao pontapé por um grupo de nazis reunidos naquela noite de 10 de junho (o “Dia da Raça”, como Cavaco ainda há poucos anos dizia) que saíram pelas ruas para caçar pretos e os matar. Entre eles, encontrava-se um criminoso chamado Mário Machado, membro da Hammerskins, que cumpriu pena de prisão por discriminação racial, sequestro, coação agravada, posse ilegal de arma, ofensa à integridade física qualificada e tentativa de extorsão e que, como prova do seu amor ao nazismo, tem tatuada no corpo uma cruz suástica. Mário Machado esteve preso vários anos pelos seus crimes. Nunca se arrependeu. Mais: continua a defender exatamente as mesmas ideias, cuja concretização é, entre outras coisas, espancamentos como o que vitimou Alcindo Monteiro (e defender o mesmo remédio para gays, ciganos e comunistas). Os assassinos de Alcindo Monteiro, note-se, foram identificados pelos cabelos que tinham nas botas.

Manuel Luís Goucha, que conduz um programa na TVI, apresentou Mário Machado como um entrevistado conhecido por ser “autor de algumas afirmações polémicas”. Fraquinho. Devia ter apresentado o seu convidado como “o espancador de pretos que defende o nazismo”. Era mais rigoroso e, assim como assim, talvez lhe desse mais uns espectadores. Mas Goucha está no bom caminho: ter um nazi que bate em pretos no programa da manhã até é divertido, porque nós vivemos numa democracia e toda a gente tem direito a ter opinião. Só é pena que o Alcindo Monteiro não possa ter dado a sua opinião no mesmo programa. É chato, mas não dava para “fazer o contraponto”: é que o Alcindo foi assassinado ao pontapé, porque era preto. Mas pronto, isso agora pouco interessa e, assim como assim, o que é facto é que o Alcindo já cá não está, não se fala mais nisso, venha o nazi e faz um sucesso. Foi pena que Goucha não lhe tenha perguntado em direto o que sente quando espanca pretos e, já agora, que não tenha perguntado a Machado se acha que os paneleiros devem ser assassinados ao pontapé, assassinados à estalada ou se teriam apenas de ser submetidos a tratamentos forçados para expulsarem de si a enfermidade e o vício de que padecem. Além de, claro, estarem calados e quietos no seu armário. Que pena, querida direção da TVI, ter-se perdido uma oportunidade destas.

No mesmo programa, um suposto jornalista que se interessa muito pelo Machado – mas que é tão jornalista que pelos vistos nem sequer está registado na Comissão da Carteira Profissional – foi dizendo que “algumas partes do Salazar faziam falta” e um repórter andou pela rua a fazer um inquérito aos transeuntes em que se perguntava se estes achavam “que precisamos de um novo Salazar”. Coisa normal. A pergunta aliás podia ter sido específica e detalhada: “defende a reabertura do campo de concentração do Tarrafal, criado pelo Salazar?” ou “acha que precisamos de uma nova lei que proíba os sindicatos livres, designadamente o sindicato dos jornalistas?”. Ou, por exemplo, sei lá, para uma pergunta mais aberta com várias respostas possíveis: “acha que as pessoas que defendem ideologias democráticas e um sistema de múltiplos partidos deveriam ser submetidas à tortura do sono, à tortura da água ou ao isolamento em celas sem janelas?”. É importante conhecer o que pensam os portugueses e, vivendo nós em democracia, devemos respeitar todas as opiniões.

Aos que não compreendem nada disto, antes de apontarem o dedo, pensem bem. Portugal vive um tempo de exceção que exige medidas drásticas: estamos em plena guerra de audiências nos programas da manhã, a Cristina Ferreira foi para o outro canal e não há tempo a perder. Para batalhas desta envergadura, a TVI sabe que todos devem ser mobilizados e todas as armas devem ser empenhadas. Ó gente da minha terra, que se lixe a democracia, o antirracismo, as eleições livres e essas coisas todas do politicamente correto (que já não há pachorra!) como os direitos humanos, o código deontológico ou a ética profissional dos jornalistas, a Constituição mais os palhaços que a defendem. O mundo é para os espertos. Venham os que arrebentam com os pretos, os que espancam os gays e os que querem as mulheres a levar na tromba e a estarem caladinhas, que é assim que se defende a liberdade de expressão, a inovação televisiva e o aprofundamento de uma sociedade aberta.

Finalmente alguém torna a cruz suástica uma coisa banal. Obrigado, Goucha. Obrigado, TVI. Impecável.


E a melhor resposta para este tipo de gente está aqui:

Apesar de tudo Manuel Luis Goucha e Maria Cerqueira Gomes estiveram muito na condução da entrevista.

E vocês, o que acham sobre este assunto?

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Desafio Gratidão| Semana 41: A Tecnologia

Foto da minha autoria – Lu a falar ao telefone – Jan.2018

A tecnologia é um bem necessário que a maioria dos humanos nao sabe usar. Para tudo tem de haver um meio termo, como ja falei aqui e a tecnologia não é excepção. Para escrever este post eu preciso dela. Para o partilhar tambem. A tecnologia faz parte do ganha-pão do meu marido. Se formos razoáveis com tudo, nada pode falhar.

Sou da geração da caixinha magica. Passava a manha entretida a ver os meus desenhos animados preferidos. Cresci e aprendi muito com a tv. Mas tinha tempo para tudo. Para ler. Para brincar. Para ajudar a minha mãe. E o meu filhote apesar de ser da geração touch-screen parece ser da nossa…temos o bom senso de esconder telemóveis e tablets para ele assim poder ficar entretido ou com a tv ou  com os seus carrinhos, livros e legos.

Foto da minha autoria – Lu a ver uma das suas series preferidas – Agosto 2018

O que me entristece nos nossos dias é ver pessoas a fazerem figurinhas tristes por estas bandas sem ter a mínima noção de como se utiliza a internet. Quando comecei a usa-la existiam regras básicas de educação online… que se formos a ver são as mesmas da vida real. Ha um código de ética na internet, sabiam? Coisas simples como não ligar o caps lock pois significa que estamos a gritar com a outra pessoa, entre outras coisas. Outra das coisas que me faz muita confusão é que as pessoas por trás do ecrã ou do teclado parece que se transformam e desligam o cérebro… escrevem sem pensar e sem lógica nenhuma… e isto da-me uma vontade muito grande de chamar os meus amigos extraterrestres e ir embora daqui para fora com a minha família… E pronto, peço desculpas pois ja estou a divagar…

 

Fiquem com uma das primeiras vezes em que o Lu mexeu num teclado 🙂 Acho que ainda não andava… só gatinhava 🙂

 

Podem  acompanhar este desafio da Gratidão criado pela Liliana Silva do blog Silver Wing aqui .

Qual é valor que a tecnologia tem para vocês?

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