Series que quero ver

Com Setembro chega também a época das series novas ou antigas. Mas eu este ano quero ver series novas aconchegada no sofá enrolada numa manta 🙂 Haverá coisa melhor? Também gosto de ver na cama debaixo do edredão. 🙂

Manifest conta com a participação de Josh Dallas que conheci como Prince Charming em Once Upon A Time.

“Manifest é uma futura série de televisão americana dramática programada para estrear em 24 de setembro de 2018 na NBC.

Manifest começa “quando o voo 828 da Montego Air aterrou em segurança após um voo turbulento mas rotineiro, a tripulação e os passageiros ficaram aliviados. Contudo, no espaço de poucas horas, o mundo tinha envelhecido cinco anos e os seus amigos, familiares e colegas, após luto Perderam a esperança e seguiram em frente. Agora, diante do impossível, todos recebem uma segunda chance, mas à medida que suas novas realidades se tornam claras, um mistério mais profundo se desdobra e alguns dos passageiros que retornaram logo percebem que podem ser por algo maior do que eles jamais imaginaram ser possível”

Whiskey Cavalier tambem conta com a participação de um actor, Scott Foley, que gosto muito e que participou numa das minhas series preferidas que vai deixar saudades: Scandal.

“Whiskey Cavalier é uma futura série de televisão dramática americana programada para estrear durante a temporada de televisão de 2018-2019 na ABC.

Whisky Cavalier segue as “aventuras do agente do FBI Will Chase (codinome: Whiskey Cavalier) que, após um rompimento emocional, é designado para trabalhar com a agente da CIA Francesca” Frankie “Trowbridge (codinome: Fiery Tribune). Juntos, a equipe inter-agências de espiões que periodicamente salvam o mundo (e uns aos outros) enquanto navegam pelas estradas rochosas de amizade, romance e política do escritório.”

De Stephen King, o mestre do suspense, trago-vos não uma mas duas series que estou com muita vontade de assistir: Mr Mercedes e Castle Rock

“Mr. Mercedes é um romance policial do autor Stephen King, publicado em 03 de Junho de 2014 pela editora americana Scribner e lançado em 2016 no Brasil pela editora Suma de Letras. É o primeiro livro da trilogia de Bill Hodges.

Ainda é madrugada e, em uma falida cidade do Meio-Oeste, centenas de pessoas fazem fila em uma feira de empregos, desesperadas para conseguir trabalho. De repente, um único carro surge, avançando para a multidão. O Mercedes atropela vários inocentes, antes de recuar e fazer outra investida. Oito pessoas são mortas e várias ficam feridas. O assassino escapa. Meses depois, o detetive Bill Hodges ainda é atormentado pelo fracasso na resolução do caso, e passa os dias em frente à TV, contemplando a ideia de se matar. Ao receber uma carta de alguém que se autodenomina o Assassino do Mercedes, Hodges desperta da aposentadoria deprimida, decidido a encontrar o culpado. Mr. Mercedes narra uma guerra entre o bem e o mal, e o mergulho de Stephen King na mente obsessiva e psicótica desse assassino é tão arrepiante quanto inesquecível.”

“Castle Rock faz parte da topografia fictícia de Stephen King no Maine e fornece o cenário para vários de seus romances, novelas e contos. Castle Rock apareceu pela primeira vez no romance The King Zone, de 1979, e reapareceu tão tarde quanto seu romance Doctor Sleep e o romance de 2014 Revival (veja a lista abaixo). O nome é tirado do forte de montanha fictício de mesmo nome no romance de 1954 de William Golding, Lord of the Flies…

Em 1991, em Castle Rock, Maine, o xerife Alan Pangborn encontra a criança desaparecida Henry Deaver em pé no meio do lago congelado da cidade. Em 2018, em seu último dia como diretor da Penitenciária do Estado de Shawshank, Dale Lacy comete suicídio. Sua sucessora, Theresa Porter, planeja reabrir um bloco de célas há muito abandonado para que ela possa manter a população carcerária. Enquanto contava as camas, o guarda Dennis Zalewski encontra um garoto preso em uma gaiola subterrânea. O miúdo  ao ser libertado, sussurra o nome de Henry. Porter se recusa a envolver Henry, que agora é um advogado da linha da morte, mas Zalewski o chama anonimamente. Depois de retornar a Castle Rock e se reconectar com Pangborn e sua mãe sofredora de demência Ruth, Henry tenta aprender mais sobre The Kid apenas para que Porter o obstrua. Zalewski, entretanto, descobre que The Kid escapou e matou vários guardas. Em um flashback, é revelado que o pai de Henry desapareceu na mesma época que ele e foi encontrado morto. Em um segundo flashback, Lacy diz a The Kid para pedir Henry quando chegar a hora…”

 

Conhecem algumas destas series? 😉 Espero que gostem deste serviço publico hehe 🙂

Agora so resta saber onde as poderei ver…

Que series recomendam? 🙂

 

 

About Matilde Ferreira

Blue Planet II

David Attemborough did again!

A voz deste senhor relaxa-me, a mim e ao pequeno Lu 🙂 Gostava que este senhor esse imortal como houve muita gente a pedir no Twitter 🙂 Mas uma coisa é certa, a voz dele ja o é 🙂

Começar o dia com sons e imagens da Natureza deixa-nos relaxados e prontos para que o dia corra muito melhor 🙂 Por isso também queremos que a vossa semana seja muito boa 🙂 Ah e a RTP também ja transmitiu este documentário 🙂

Boa semana 🙂

 

 

About Matilde Ferreira

Onde é que voces estavam em 1986?

Eu tinha 9 anos e estava a terminar a Primária. Lembro-me como se fosse hoje do Verão quente das eleições deste ano. os autocolantes e calendários com o sol do Soares é fixe despertavam-me a atenção mais que os do outro partido, mas e só os podia ter em casa do meu avô Ilídio, pois o meu pai não suportava o Mario Soares, e hoje entendo-o. 

1986 foi um ano de viragem na minha vida, como disse acima, e para o pais. Eu mudei de escola. O país mudou de presidente, no meu ver um dos piores de sempre, por tanto ter roubado o pais e amealhado as suas fundações da treta. Mas isso são contos de outro vigário.

E quem melhor do Nuno Markl para criar uma serie sobre este ano? Sim, ele e da minha geração , apenas meia dúzia de anos mais velho hehe 😀

Estreia no próximo dia 13 e deixo-vos aqui um cheirinho  do trailer da serie 🙂

Deixo-vos com o tema da serie e a sua presumível letra… sim presumível porque a passei de ouvido como tantas vezes fiz nos anos 90 com as musicas da minhas bandas preferidas 🙂

O sonho vulgar e o futuro invulgar 

De olhos fixos no tecto de um quarto secreto 

A arrumar as estrelas Com mapas e tabelas

Como se alguém pudesse conte-las

Vamos conquistando o nosso canto no espaço 

Num vai-vem que um gesto na incerteza de um abraço 

Refrão: 

Nada de novo debaixo do céu, 

A não ser tu, a não ser eu 

Nada de novo no ecrã

Pensamos no futuro amanha 

Pensamos no futuro amanha

Tens a vida toda pela frente

Diz toda a gente

Mas é agora que se torce o futuro 

Com um tiro no escuro

Andas a ver os mosquitos da outra banda

Diz quem pode, diz quem manda

Vamos conquistando o nosso Porto seguro

O nosso universo para la do muro 

Que recordações têm deste ano? 🙂

 

 

About Matilde Ferreira

Festival da Canção RTP 2018

Longe vão os tempos em que eu ficava acordada a ver o Festival da Canção… mas a partir do momento em que entrei na idade adulta deixei de ver. Depois da primeira fase ter decorrido na semana passada, deixo-vos esta analise deste podcast feito pela Joana Marques da Antena 3

E apesar de concordar com tudo o que foi dito no podcast de cima… dei por mim a gostar desta canção apesar dos pesares… confesso que o que mais gostei dela foi da letra 🙂

Conduzimos dias a fio

Naquela estrada perdida

E não chegamos nunca

Porque a viagem era o destino

O tempo é escasso 

Ja só temos meia vida

Se andarmos pra tras

Perdemos o que vem

E tu quem me dizes amor

De nunca parares de existir 

Assim possa viver sem pensar

Que podes um dia não estar 

Refrão:

Ha tantas coisas boas

E uma delas é estares perto 

De que servem dez Lisboas

Se me sinto no deserto… 

O dia em que entenderes o meu olhar

É o dia em que eu vou deixar de te amar

E tu que me dizes amor, de nunca parares de existir

Assim posso viver sem pensar 

Que podes um dia não estar… 

Refrão 

Parece que a RTP guardou o melhor para o fim, pois esta segunda fase que decorreu este domingo foi sem duvida cheia de surpresas das boas 🙂 pela primeira vez, se não estou em erro tivemos duas canções em inglês o que eu acho muito bem pois apesar de gostar muito da nossa língua acho que ja esta mais do que na hora de usarmos a língua universal como faz a maioria dos países intervenientes no Festival da Eurovisão 🙂

E o grande vencedor da noite foi mesmo o Diogo Piçarra, em jeito de premonição para a grande Final, o jovem cantor arrecadou 24 pontos do júri e do publico 🙂 A musica não é de todo festivaleira mas é muito bonita, simples e com um letra incrível, e so o facto de ter violinos ja me tocou a alma 🙂 Na minha humilde opinião ja ganhou a Eurovisão pois é muito melhor do que a do Salvador Sobral…

De costas para o mar
A tua miragem
Não há amor que dure
E tristeza que passe
Tu olhas para tudo
E não vês nada
Só o teu futuro
Na ponta da arma
Podem fazer muros
Mas não tapam a alma
Tu olhas para tudo
E não vês nada

Eu sou nada
Mas eu consigo tudo
E mesmo no escuro
Irei sempre as claras

Tu olhas para tudo
E não vês nada

Como disse acima fiquei muito contente por finalmente haverem duas musicas cantadas em Ingles, afinal de contas é a língua universal e trata-se de um evento a nível continental, logo faz todo o sentido fazermos como a maioria dos países participantes, e não, aqui não se trata de patriotismos 🙂

As minhas preferidas foram:

Canção n.º 3: Sequin – “All Over Again”

Canção n.º 8: Minnie & Rhayra – “Patati Patata”

Canção n.º 11: Lili – “O Voo das Cegonhas”

Canção n.º 12: Daniela Onís – “P’ra Lá do Rio”

Canção n.º 13: Peter Serrado – “Sunset”

E os finalistas são:

Canção do Fim – Diogo Piçarra – 24 pontos
O Jardim – Cláudia Pascoal – 20 pontos
Bandeira Azul – Maria Inês Paris – 12 pontos
Patati Patata – Minnie & Rhayra – 10 pontos
O Voo das Cegonhas – Lili – 10 pontos
Amor Veloz – David Pessoa – 9 pontos
Sunset – Peter Serrado – 9 pontos

E os momentos da noite para mim, que me fizeram regressar a minha infância foram o tributo ao saudoso Carlos Paião com estas 3 musicas que me dizem muito pois eu andava sempre com um microfone e o meu raio gravador a pilhas atras de mim a cantarola-las em casa dos meus avos 🙂

 

E para finalizar o Verdadeiro Artista fechou as actuações com chave de ouro 🙂

Deixo-vos com os vencedores do Festival da Canção ao longo dos anos 🙂

E voces que recordações têm do Festival da Canção da RTP? Viram as duas eliminatórias? Qual é a vossa canção preferida? 🙂

 

 

About Matilde Ferreira

Orphan Black Season Finale

 Uma série incrível de ficção cientifica, já ouviram falar em clones? Com o selo exclusivo da BBC, esta série chamada Orphan Black relata a vida de uma rapariga rebelde que sai de um café e ao apanhar o comboio, depara-se com uma mulher que acaba de se suicidar mesmo à sua frente. Esta tinha deixado a mala e sapatos ali perto, a rapariga pega nas coisas e foge dali. Descobre que são iguaizinhas e investiga a vida dela mas o pior ou melhor é que existem mais mulheres como elas.

Depois de presenciar o suicídio de uma mulher (que é exatamente como ela) em uma estação de trem, Sarah Manning (Tatiana Maslany) faz o que qualquer um faria: assume a identidade da suicida para tentar resolver os próprios problemas financeiros. Mas logo ela descobre que está no centro de um mistério que vai mudar sua vida, quando se vê cara a cara com mais três mulheres idênticas a ela. Todas são clones, e precisam salvar as próprias peles enquanto tentam descobrir quem são os responsáveis pelos experimentos genéticos.

Tatiana Maslany  interpreta na perfeição estas 5 mulheres. Sarah Manning, Alison Hendrix, Cosima Niehaus, Helena e Rachel Duncan. Alison é a minha preferida. Dona-de-casa certinha e metódica. Rio tanto com as peripécias dela e do marido. Adoro o casal Cosima e Delphine, alias a Cosima e muito querida, sensível e ao mesmo tempo com uma força incrível, muito corajosa mesmo. E claro a minha preferida, Helena, a cena do parto dela e as imagens da infância torturada pelas freiras são brutais e reveladoras, because she’s the Original.

https://www.vanityfair.com/hollywood/2015/04/orphan-black-clones

E se me quiserem fazer feliz, ja sabem 😉 Basta oferecerem-me as clones todas em formato de bonequinhas funko pop hehe 🙂 

Ha por aqui fãs desta serie?

About Matilde Ferreira