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O Poder da Internet…

influencers. Hoje em dia as pessoas têm na internet uma ferramenta, uma arma muito forte. Para o bem e para o mal. E muitas das vezes as pessoas não fazem por mal quando estão a sugerir alguma coisa só porque gostam (eu contra mim falo, pois as vezes dou por mim inconscientemente a sugerir algo sem saber se as pessoas vão gostar). Eu gosto de partilhar coisas que gosto sem querer influenciar ninguém, pois sei que todos temos gostos diferentes ou não fossemos todos isso mesmo… diferentes. A minha mãe sempre me disse para não ser “maria vai com as outras” ou então, perguntava-me sempre se os outros se fossem atirar ao mar, eu também queria ir?

Mas o que é demais é exagero, e eu começo a ficar cansada de tanta gente a influenciar sobre o que comer, o que vestir, onde ir, o que fazer… parece que estão a impor a vida delas aos outros. Eu gosto de viver a minha/ nossa vida sem dar satisfações a ninguém. Gosto de ser feliz à minha/ nossa maneira. 🙂

Agora aqui em Inglaterra o governo criou a maxima com o hashtag #eatouthelpout como forma de ajudar a restauração (sabem muito, estes governantes), coisa que nos sempre o fizemos em pleno lockdown através de take-away, não precisamos agora de modas, so porque toda a gente está a fazer… e o que eu acho mais incrível, é terem criado esta campanha com o virus ainda à solta por aí… tudo em prole da economia. 🙁 Não estou contra, o mundo tem de continuar mas acho que devíamos ser mais cautelosos porque o virus ainda não desapareceu. É que parece que as pessoas de um momento para o outro ja foram vacinadas, sem ainda existir vacina… 🙁

Hoje em dia as pessoas expõe tudo nas redes sociais, um exemplo disso, noutro dia uma rapariga que eu sigo aqui da cidade vizinha postou nos stories do instagram que numa manha de sábado, estava toda orgulhosa porque tinha tomado banho e mudado as roupas da cama, coisas essas que acho naturalíssimas de se fazer sem sentir necessidade de partilhar com o resto do mundo… Só sou eu que acho isso uma futilidade e uma forma de chamar a atenção?… 🙁

Pergunto-me, se nao existissem redes sociais o que seria da vida destas pessoas? Como exerceriam o poder de influenciar os outros?

About Matilde Ferreira

Dentro…

Enquanto a maioria andava entretida com uma tal serie dos nuestros hermanos, eu rendi-me ao produto nacional hehe 🙂

Dentro conta varias historias de mulheres que vivem o seu dia-a-dia no interior de uma prisão.

“Pedro, um jovem recém-licenciado em psicologia é colocado como estagiário num estabelecimento prisional feminino. A psicóloga-chefe, por incapacidade de acompanhar todos os casos, entrega-lhe alguns casos de reclusas que necessitam de apoio psicológico. Além disso, Pedro, com a sua juventude, tem também uma grande vontade de mudar e humanizar as condições da prisão e das reclusas. Pedro rapidamente conhece o núcleo de reclusas que se tornam personagens centrais da série e acompanha os seus casos. Para além disso, em cada episódio é retratado um caso específico relacionado com os vários tipos de crimes habitualmente cometidos por mulheres e os seus contornos psicológicos. Pedro tem também uma vida fora do estabelecimento, que é posta em risco desde a sua entrada no mesmo.”

 

Quem se lembra de Vera Kolodzig da primeira novela da TVI, Jardins Proibidos? Sim, cresceu e tornou-se uma mulher muito bonita e talentosa.

Serviço publico no seu melhor 🙂

Já viram esta serie? 🙂

About Matilde Ferreira

Quando mataram a nossa cadela… :(

Ha 20 anos atras, eu estava em casa doente a curar a minha pneumonia que depois acabou numa Depressão grave (ja vos falei aqui dela), o meu padrinho e o filho mais velho dele resolveram se livrar da nossa cadela da forma mais cruel que pode existir. O único mal que a bichinha fazia era so para eles: ladrava. Quem disser que os animais não sentem a personalidade dos humanos., não sabe o que esta a dizer. Acreditem que eu gostava de ter salvo a nossa Tuxa, mas não tive forcas e ainda hoje me culpo por isso. Se eu tivesse ido la fora ao pátio tinha ido com ela. Eles tinham-me feito mal também. So não percebo o que e que lhe deram para ela não lhes ter ladrado. Devem te-la envenenado, so pode. Agora expliquem-me como se eu fosse uma criança de 5 anos como era o meu mano mais novo na altura, o que leva a estes monstros, não ha outra palavra possível, a fazerem uma coisa destas? 🙁 E preciso ser-se muito cruel e desumano. Entretanto, eu devo ter adormecido pois so acordei as 5 da tarde com o meu mano a chorar pela sua cadela. Nesse final do dia houve uma discussão muito violenta quando o monstro chegou a casa bêbado como sempre e o meu pai lhe perguntou o que e que ele tinha feito a cadela, ao que o outro lhe respondeu “que a tinha vendido para vinho”. Lamentável, não? Acho que so descansei quando este monstro morreu, sozinho, passados dez anos.

A Tucha era rafeira, raçada de pastor alemão, tinha o pelo curto, castanho claro, era uma brincalhona mas muito dócil, e o meu mano mais novo adorava-a.

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