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Desafio: Eu já fiz/ Nunca fiz

Vi este desafio no blog da Melanie Moreira, o That Girl e resolvi trazer para o meu Cantinho. Podem ver as respostas dela aqui.
Regras:
– Responder a todas as perguntas apenas com “Eu já” ou “Eu nunca”
– Responder à última pergunta com “sim” ou “não”
– Colocar a imagem oficial do desafio (obrigatório)
– Referir quem vos passou o desafio
– Passar o desafio a 4 pessoas (semi-obrigatório)*
*não é de todo cariz obrigatório porque sei que nem toda a gente gosta de nomear, era porém para dar alguma continuidade ao desafio.
Perguntas vs Respostas:
Eu já fiz um intrail – Eu já (Foi um intercambio)
Eu já participei em algum concurso- Eu nunca
Eu nunca conheci a pessoa que mais admiro- Eu já
Eu já caí na rua- Eu já
Eu nunca desmaiei- Eu já
Eu nunca estive em coma alcoólico- Eu nunca
Eu nunca experimentei drogas- Eu já
Eu já me vinguei de alguém que me fez mal- Eu já
Eu nunca tive um acidente- Eu nunca
Eu já andei de avião- Eu já
Eu nunca bebi demais- Eu já
Eu nunca confundi uma pessoa com outra- Eu nunca
Eu nunca me perdi num país/cidade estrangeira- Eu nunca
Eu já tive uma experiência paranormal- Eu nunca
Eu nunca roubei- Eu nunca
Eu nunca apaguei nada do facebook por ter poucos likes- Eu nunca
Eu já traí alguém- Eu nunca
Eu já disse que ia deixar de falar com alguém que me magoou mas não o fiz- Eu já
Respondi com sinceridade a todas as perguntas? Sim!
Considerem-se todos nomeados 🙂
Vá do que é que estão à espera para participarem? 😉

About Matilde Ferreira

Saudade… palavras [quase] perfeitas [BEDAS30]

E a oitava palavra do desafio do blog da Cris Loureiro e muito especial para os portugueses e nao tem tradução em mais nenhuma língua. E uma palavra tão nossa mas tão nossa que só faz mesmo sentido na língua portuguesa. O povo português e conhecido por ter os sentimentos a flor da pele. Vibra com sentimento, com emoção.

Nem a Wikipedia em inglês consegue traduzir a nossa palavra:

Saudade is a deep emotional state of nostalgic or profound melancholic longing for an absent something or someone that one loves. 

Eu nao sinto falta mas tenho saudades… Calma, não me interpretem mal. As boas recordações que tenho, bastam-me.

Tenho saudades da minha cidade, do meu Porto. Conheço a minha cidade como a palma da minha mao. Adoro ser turista na minha cidade. Faço parte dela e ela de mim.

Tenho saudades de quem ja partiu, do meu avo Ilídio, dos avós do Rui, do meu pai.

Tenho saudades da minha mãe e dos meus manos.

Saudade é uma palavra tão relativa quanto bela.

Tudo na vida tem o seu tempo, so temos é de tirar o melhor de tudo e de todos. Só assim ficaremos com boas memórias que nos trazem saudades boas.

Deixo-vos com dois poemas de F. Pessoa que descrevem na perfeição

 

E voces de que é que têm mais saudades?

 

 

 

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Adeus, Julho| Ola, Agosto :)

 

Praia de Espinho, Maio de 2012

Adeus, querido Julho, obrigada por todos os momentos bons, ate para o ano 🙂 Ola, querido Agosto, se bem-vindo  e se leve e bom 🙂

E fiquem com o meu projecto do desafio do grupo vidas [quase] perfeitas que me esta a fazer tao bem, melhor do que ir ao psicólogo, excelente terapia, so tenho de vos agradecer, miudas 🙂 

Boas Ferias 🙂

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Hora de visitas :)

Ontem fui visitar e ao mesmo tempo recebi visitas hehe :)Eu passo a explicar 😉 A Cris Loureiro do blog A Vida Nao Tem De Ser Perfeita convidou-me para participar na sua rubrica bloggers house e como eu adoro um bom desafio, aceitei 🙂

Entrem e sintam-se a vontade:

http://avidanaotemdeserperfeita.blogspot.co.uk/2017/05/bloggers-house-cantinho-da-tily.html#axzz4fuY1JVdi

Sentem-se e estejam a vontade, vamos tomar um chazinho e conversar 😉

 

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Melancolia… Palavras_quase_perfeitas

Mais um mes, mais uma palavra e Março traz-nos mais uma palavra quase perfeita Melancolia desafio do blog da Cris Loureiro, Vidas Quase Perfeitas, que estou a adorar 🙂

Cai a chuva abandonada
à minha melancolia,
a melancolia do nada
que é tudo o que em nós se cria.

Memória estranha de outrora
não a sei e está presente.
Em mim por si se demora
e nada em mim a consente

do que me fala à razão.
Mas a razão é limite
do que tem ocasião

de negar o que me fite
de onde é a minha mansão
que é mansão no sem-limite.
Ao longe e ao alto é que estou
e só daí é que sou.

Vergílio Ferreira, in ‘Conta-Corrente 1’

Sempre fui muito melancólica em miúda, so estava bem no meu canto, os meus pais costumavam chamar-me bicho-do-buraco e eu ficava danada, afinal qual e o mal de querermos passar o nosso tempo no nosso mundo sem incomodar ninguém?… A partir dos 18 anos, quando comecei a trabalhar deixei de ser tao melancólica, como se tivesse despertado para a vida, talvez porque nao tivesse outra hipótese mas fez-me mesmo muito bem e nao me arrependo de nada, so do que nao fiz!

E uma musica que me deixa melancólica sempre que a ouço…

Agora ao entrar nos 40 será que vou sentir a tao falada melancolia deles?… E esperar para ver 😉

E voces sao melancólicos ou nem por isso?

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