Podcasts são a minha companhia, a minha forma de me manter informada. São a minha companhia, ajudam-me. Fazem parte de uma terapia, se quiserem assim chamar.
E os meus podcasts preferidos são:
Assim vamos ter de falar de outra maneira – Confesso que já tinha saudades dos Gato Fedorento e eu adoro ouvir estes 3, Ricardo Araújo Pereira, José Diogo Quintela e Miguel Gois a terem conversas silly (tontas) que me fazem descontrair seja em casa ou no carro com o maridão 🙂
Extremamente Desagradável – Adoro a Joana porque me faz rir sem maldade ao contrário do que muita gente diz 😀 Rir de nós próprios é o primeiro sinal de que estamos bem conosco mesmos 😉
Lei da Paridade – Um programa documentário sobre política feito por 3 mulheres,Leonor Rosas, Adriana Cardoso e Maria Castelo Branco, com o qual me identifico e gosto de estar informada.
Eixo do Mal — outro programa que não passo por cima, pois gosto de saber o que se passa em Portugal e no mundo.
Isso não se diz– começar a semana com Bruno Nogueira e as suas divagações já faz parte das minhas rotinas do começo da semana 🙂
Voz de Cama – Indispensável! Gosto das opiniões da Tania Graça e da Ana Markl que vão quase sempre de encontro à minha
Today in Focus – The Guardian – gosto muito do jornal independente The Guardian e gosto ainda mais dos seus podcasts que me ajudam a manter-me informada de uma forma imparcial.
Podcasts do Observador – tenho ouvido bastante estes podcasts e o meu preferido foi Um Espião no Kremlin que conta a história de… Vladimir Putin, e confesso que me deixou bastante assustada com o percurso do chefe de Estado da Rússia que não olha a meios para atingir os seus fins.
Service95 Book Club – Dua Lipa – como amante de livros, sou fã deste podcast da Dua Lipa. O meu episódio preferido foi com Margaret Atwood.
Regressar a Paris. Novamente. Desta vez para comemorar 20 anos de relacionamento. E voltar ao centro de Paris 30 anos depois. Nostalgia. 🙂 Foi precisamente há um ano pelas férias da Páscoa.
Voltar aos sítios que vimos pela primeira vez 30 anos depois, aos 16 anos.
Arco do Triunfo, Torre Eiffel, Galerias Lafayette, Bateaux-Mouche, Estatua da Liberdade (sim, Paris também tem a sua — a principal Estatua da Liberdade em Paris é uma réplica de 22 metros, localizada na Île aux Cygnes, no rio Sena, próxima à Ponte de Grenelle). Inaugurada em 1889 para celebrar a Revolução Francesa, ela foi um presente da comunidade norte-americana e olha em direção a Nova York desde 1937.Sacré-Cœur, foi muito bom voltar a estes locais emblemáticos. 🙂 Uma curiosidade, estive em Paris pelos primeiros 3 anos antes do acidente que tirou a vida à Lady Di, no dia 31 de agosto de 1997 🙁 E foi duro passar ao local do acidente… não consegui conter as lágrimas 🙁
Mas comecemos desde o início. Saímos do aeroporto de Bristol num avião da EasyJet e aterramos no aeroporto Charles de Gaulle ao final do dia. Apanhamos o metro. O nosso hotel ficava bem no centro, próximo do Arco do Triunfo.
Jantamos no McDonald’s (tem o melhor menu do mundo, para mim) a pedido do Louis. 🙂 Chegados ao hotel, escusado será dizer que o pequenote aterrou logo.
Na manhã seguinte estávamos prontos para as aventuras que nos esperavam depois de tomar o pequeno-almoço num sítio que se tornou habitual cheio de coisas deliciosas, a Boulangerie Merci Jerôme Ternes
E depois do pequeno-almoço tomado e barriguinhas cheias, conseguem adivinhar onde fomos? 🙂 Obviamente que a primeira paragem tinha de ser a bela da Torre Eiffel 😀 E foi tão mágico que o Louis criou uma música em honra dela 🙂
De seguida partimos à descoberta de um sitio para almocar porque caminhar abre o apetite 😀
Pelo caminho, aproveitamos para tirar fotos pelos lugares bonitos por que passamos, como o Grand Palais e a estátua do Charles de Gaulle.
Acabamos por encontrar um pequeno restaurante numa das artérias dos Champs-Élysées, Le Monte-Carlo, onde comemos muito bem, um restaurante que nos fez lembrar Portugal, mas com comida francesa.
Depois do almoço fomos fazer umas compras para o pequenote para ele não ficar aborrecido e aproveitamos também para comprar uns souvenirs.
Aproveitamos para dar um salto ao Louvre onde aproveitamos para descansar um bocadinho nos jardins adjacentes, mas não por muito tempo, pois o pequenote pediu para ir descansar para o hotel. Infelizmente não entramos na Pirâmide nem no museu, mas foi bom estar de volta 🙂
Depois de descansarmos no hotel, fomos jantar num restaurante próximo chamado La Lorraine onde fomos atendidos pelo sosia do Prince Harry 😀 Vejam lá se não é parecido?
Gostamos mesmo muito deste restaurante e recomendamos pela comida deliciosa e pelo atendimento.
Depois de uma noite bem dormida e descansada, partimos para as aventuras do segundo dia na Cidade das Luzes 🙂 E, mais uma vez, o dia prometia ser cheio de memórias incríveis e inesquecíveis! Tínhamos reserva para o passeio típico dos Bateaux-Mouches 🙂 E tal como há 30 anos, o tempo estava sombrio e ventoso, com alguma chuva morrinha à mistura, mas nem por isso deixou de ser mágico e incrível 🙂
Passamos novamente pelo Grand Palais e desta vez o Louis quis tirar uma foto junto da estátua de Winston Churchill e que giro que ficou 🙂
De seguida partimos para o nosso passeio, como podem ver pelas fotos 🙂 O pequenote só não achou muita piada ao vento frio -.-
A minha parte preferida foi ver a Notre Dame totalmente remodelada depois do incêndio. E a Torre Eiffel fica ainda mais bonita vista do rio 🙂
De seguida fomos à procura de um sítio para almoçar porque já estávamos com um ratito nas barriguitas 😀
Acabamos por escolher o Bistro Le Centenaire e vocês não vão acreditar no que eu comi de entrada 😀 Perninhas de rã, e estavam deliciosas 🙂 E para sobremesa, consolei-me com os famosos crepes 😉 E ainda tivemos direito a uma vista privilegiada da bela Torre Eiffel 🙂
À tarde aproveitamos para ir visitar a réplica da Estatua da Liberdade e foi como se tivéssemos visitado um pouco de NYC 🙂 Apanhamos o autocarro, pois, claro, e as nossas pernas e as do pequenote agradeceram 😀
Depois de um longo dia com um pequenote cansado e rabujento, fomos ao supermercado comprar snacks para o jantar e partimos rumo ao merecido descanso no hotel 😀 Escusado será dizer que o L aterrou em dois tempos.
No terceiro, acordamos excitados, pois queríamos muito ir almoçar ao Jungle Palace, um restaurante com um conceito muito inovador onde podemos desfrutar dos sons e imagens da Natureza, situado bem próximo da Gare du Nord. A única coisa que não curtimos foi ser muito escuro e mais conseguíamos ver a comida… mas foi giro e diferente.
A nossa reserva estava marcada para o meio-dia e por isso ainda tivemos tempo de visitar a Igreja St Laurent que ficava em frente ao restaurante. Sempre que viajo, adoro visitar igrejas porque gosto de sentir a paz destes lugares. Não consegui resistir a tirar fotos de todos os detalhes 🙂
A nossa marcação no restaurante estava prevista para a hora de abertura, meio-dia. Não era este restaurante a nossa primeira escolha; há outros restaurantes temáticos desta cadeia, e o Louis ia ter adorado ir ao Stellar, cujo tema é o espaço.
Melhor que as fotos só mesmo os vídeos para poderem desfrutar da magia do local 🙂
De barriguinhas cheias e aconchegadas, partimos rumo a outro local do qual eu tinha muitas saudades 🙂 O Sacré-Cœur ! É das recordações mais bonitas que eu tenho de Paris de há 30 anos. Depois de uma longa caminhada, quer dizer não muito longa, apenas porque tivemos de subir… pobre Louis, mas ele teve a sua recompensa mais tarde, pois encontramos um playground na descida do Sacré-Cœur.
A vista do cimo da Basílica é de cortar a respiração como podem comprovar! As fotos não fazem jus, mas dá para terem uma ideia. 🙂 Para variar, o local estava cheio de gente, mas lá conseguimos nos mexer 😛
No caminho de volta paramos para nos refrescar com umas bebidas e ainda fizemos mais memórias fofinhas e doces como é o caso desta foto 🙂
Digam lá se não está uma ternura 😉 🙂
De volta ao hotel, passamos pelas Galeries LaFayette e aproveitamos para fazer umas comprinhas muito especiais na Casa Dior 😀
Jantamos num restaurante perto do hotel, o Le General e gostamos muito, tanto pelo atendimento simpático como pela comida 🙂 Escusado será dizer que o Louis escolheu uma comida tipicamente não francesa 😀 Mas sim a sua preferida, pasta ou massa em bom português 😀
Na manhã seguinte, depois de uma noite bem dormida, fizemos as malas e o check-out do hotel e fomos tomar o último petit-déjeuner na cidade das luzes, no sítio do costume 🙂
Viajar é muito bom, mas o regresso a casa é sempre do melhor, não concordam? 😉 E como disse um dia Humphrey Bogart no filme Casablanca: ” Teremos sempre Paris”
Para mim a MenoPausa é o Outono da Vida. Por incrível que pareça, é a minha estação do ano preferida. 🙂
“A Primavera da vida é bonita de viver, tão depressa o sol brilha como a seguir está a chover…”
Rui Veloso
“São as aguas de Março fechando o Verão…”
Tom Jobim e Elis Regina
Duas canções que me falam ao coração. Ambas falam do mês e da estação do ano em que nasci, em que vim ao mundo…se a primeira fala da primeira estação do ano, a segunda fala do fim do verão, início do Outono (no Brasil esta estação é em março), a fase da vida é a Menopausa…
Este ano celebro 5 anos de menopausa com muitos altos e baixos… mais baixos do que altos, mas cá se vai andando com a cabeça entre as orelhas como diz o Sergio Godinho.
Ainda bem que fiz terapia em 2023. Recomendo a toda a gente. Ai de mim se não tivesse feito, já cá não estava. 🙁 Porque a Menopausa drena-nos. Revela o pior de nós. Traz tudo ao de cima. Tira-nos as forças todas. Ficamos mais frágeis. Em todos os aspectos. Física e psicologicamente. Por isso é que é tão importante falarmos com alguém, de preferência um profissional. 🙂
Acabei de ouvir este episódio do podcast Lei da Paridade e mais uma vez concordo com tudo o que foi dito e recomendo.
Vivemos numa era em que cada vez mais se confunde a Verdade com a Mentira; as chamadas fake news estão em todo o lado. Líderes mundiais como Trump usam e abusam das fake news em nome da sua própria verdade. A tua “verdade” para mim pode ser mentira e vice-versa 🙁 E o mais incrível é que quanto mais de direita as pessoas forem, mais tendência têm para espalhar mentiras e fake news… Sem querer criar rótulos, cada vez tenho mais certezas disso. E para essas pessoas ditas de direita, nós de esquerda estamos sempre erradas e nós é que estamos mal e somos o lado mau e errado.
Nota-se bastante isso aqui no Reino Unido, quando o líder da extrema direita Nigel Farage diz que as pessoas que vão a protestos pacíficos anti-ódio e anti-fachistas são drogadas e desempregadas 🙁 Ele, sim, apela ao ódio sem pensar e sem qualquer pudor. 🙁 E infelizmente, as pessoas que ele atrai e convence são sempre aquelas que não quiseram estudar porque não gostavam da escola ou porque foram obrigadas a desistir dos estudos. Até o meu filho sabe que a escola é necessária para a sua vida futura. Ele adora a escola e adora aprender by the way. 🙂
Por isto, se querem se manter verdadeiramente informados, leiam muito, é a ler que aprendemos mais, pois Conhecimento é Poder.
Quase meio século de vida. Nem acredito. E continuo na luta para ter mais saúde. Costuma-se dizer que não somos nada sem saúde e é bem verdade. Eu não vivo, sobrevivo… e assim vou vivendo, um dia de cada vez. Já me gozaram tanto por dizer isto, mas eu não consigo ser de outra forma. É isto que me dá forças para seguir em frente. 🙂
Looking Back. Tomei a decisão de fazer uma breve retrospectiva ao longo do tempo. Aqui vão os anos das minhas idades desde os 9 anos até ao momento:
1986 – 9 anos: descobri-me, deixei de ser tão tímida e senti-me mais confiante. Foi um ano muito importante para Portugal, marcado pelas celebres eleições presidenciais. Adorei o autocolante com o sol do Soares é fixe que o meu avô me deu, à socapa do meu pai que era PSD…
1996 – 19 anos: Primeiro emprego. Primeiro ordenado. Primeiro telemovei. Primeiro beijo… e nao só 🙂 😛 Como se costuma dizer, nunca é tarde 😉
2006 – 29anos: Primeiro Aniversário com o melhor amigo, o meu amor, como diz a canção 🙂
2016 – 39 anos: Fui mãe pela primeira e única vez – love of my life 🙂
2026 – 49 anos: Continuo a viver um dia de cada vez… sobrevivendo, lidando com a Menopausa!
Tenho pensado muito em morte apesar de ainda sentir que tenho tanto para viver… Contraditorio? Talvez… mas é inevitável quando se tem falta de saúde. Gostava de ver mais empatia na humanidade, gostava de ver os homens a tratarem melhor as mulheres, afinal de contas eles nasceram de mulheres, não entendo por que é que nos têm tanta raiva 🙁
Uma coisa é certa, hei-de morrer a lutar contra fachos e gente ruim!
Vão sem mim, pois eu não posso ir, não me deixam… quando o voto dos emigrantes é censurado.
Quem está longe dos consulados fica impedido de votar, pois não existe voto postal para as presidenciais! No domingo, votem por mim com consciência, senão estamos todos lixados!